Esse foi nosso segundo semestre!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Portfólio G5B - Segundo semestre 2012
Ano passado, juntamente com o grupo G5B, fizemos nossos registros de aprendizagens através do portfólio. Fiz um post sobre as propostas do primeiro semestre e agora venho com este post compartilhar o material do segundo semestre.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
À procura da felicidade
Não tenha dúvidas de que o título deste post remete a ideia do filme lançado em 2006 com o mesmo título! Mas aqui venho acrescentar uma outra ideia sobre essa tal "felicidade". Quero compartilhar a metáfora de abertura do livro "Porque é que as pessoas são felizes?" escrito por Lauro Trevisan.
O ser humano nasceu com muitas velas acesas no coração.Quando era criança, a vela do amor brilhava tanto que as pessoas, ao seu redor, ficavam fascinadas e abraçavam-no e beijavam-no com um carinho inebriante.Havia também a vela da felicidade, verdadeiro sol resplandecente. Toda a gente exclamava: "Como é belo ser criança!" Um grande sábio, de origem extraplanetária, vendo aquela luz tão bela, proclamou: "É preciso ser como a criança!"Lá estava, ainda, a arder com uma luz irradiante, a vela da alegria. A luz desta vela celebrava a festa da vida e todos adoravam estar com a criança, que os fazia rir à vontade.Uma outra vela ocupava um lugar de destaque no seu coração: a vela da fé, que emanava uma luz intensa, quase ofuscante. Com a luz dessa vela, a criança confiava em tudo e em todos.Não era possível deixar de prestar atenção a uma outra vela de luz aconchegante, que se consumia transmitindo algo transcendental: era a vela da espiritualidade. A sua luz mostrava Deus dentro do seu coração.Mais para o outro lado do coração, ardia uma vela que recendia um perfume especial. Era a vela da paz, que fazia a criança dormir serenamente e ter o coração tranquilo.A criança foi crescendo, crescendo mais ainda, com vontade de conquistar a vida e o mundo.Corria veloz pelas ruas, pelos estádios, pelos clubes, pelas escolas; amava sofregamente; trabalhava desmedidamente a fim de acumular bens que acenavam para um futuro abundante. E as velas foram sendo esquecidas.A vela do amor ficou sufocada pelas desilusões e mágoas e apagou-se. A vela da felicidade não resistiu aos ventos impetuosos. A vela da alegria foi definhando e extinguiu-se. A vela da fé perdeu a sua luz. A vela da espiritualidade foi apagada e substituída pela matéria opaca e rígida. A vela da paz ficou sozinha e não resistiu.Já maduro, o homem, certa vez, contemplou a sua vida, o seu passado, e percebeu que a sua escuridão interior estava apenas vagamente iluminada por uma velinha abandonada no fundo do coração: a vela da esperança ainda permanecia acesa.O homem fixou o olhar naquela vela e a sua mente foi entrando na chama trémula. De repente, sentiu que a sua vida poderia ter significado. Olhou ao seu redor e viu, com pena, as outras velas apagadas, minguadas, em resignado silêncio. Lembrou-se de como era tudo melhor quando elas iluminavam o seu coração.Teve, então, uma inspiração. Pegou na vela acesa da esperança e, com ela, acendeu todas as outras.O seu coração passou a brilhar novamente.Desde aquele momento, o homem voltou a ser feliz.Não importa quantas velas estejam apagadas dentro de si, também não se perturbe se o seu coração jaz na escuridão da vida, sem rumo, descrente de tudo e de todos.Pegue nessa vela e acenda novamente todas as outras. Você precisa apenas disso para ser feliz.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Pintura rápida de prendedores / grampos
Para fazer pintura rápida em pregador de roupa
Materiais:
Pregadores de madeira;
Meia folha de papel crepom;
Duas xícaras de água;
Passo a passo:
Pique o papel crepom em uma vasilha, junte a água e os pregadores, mexa para soltar a cor por 5 minutos.
Observação:
Use luvas, pois a tinta é forte. Depois, pendure para secar. Eles ficam com as cores mais vivas depois de secos.
Não use em roupas, a tinta pode manchar as roupas... Use apenas para trabalhos Pedagógicos, de Artesanato, Decoração, etc...
domingo, 13 de janeiro de 2013
Minha trajetória escolar
Eu estava aqui lendo o livro "Fala sério, professor!" de Thalita Rebouças e pude fazer uma viagem em minha história de vida! Isso que nem li o livro por completo (ainda)! Foi quando decidi fazer este post, com algumas das memórias que me surgiram diante da leitura da obra citada acima. Vamos lá?
Meus pais se separaram quando eu tinha 3 anos e quando isso ocorreu fiquei morando com minha tia (irmã de meu pai) que também é minha madrinha, seu esposo (meu tio / padrinho) e seus quatro filhos. Logo, assim que pôde, meu pai foi morar conosco. Ficamos em 5 crianças e 3 adultos, morando juntos, até meus 15 anos (mais ou menos, não lembro exatamente a idade agora).
Mas da época em que morei com minha mãe, ou nas vezes em que fui visitá-la (sim, eu tenho uma ótima relação com ela, pois todo mundo na minha infância e juventude me questionava sobre como era nosso relacionamento), eu tenho uma lembrança que também é citada no livro escrito por Thalita! Vou trazer como citação, minha mãe tinha o hábito de fazer:
marias chiquinhas esticadíssimas e puxadíssimas, o que me deixou parecendo uma japa com cara de muffin (nessa época eu tinha o rosto redondinho, era meio bolotinha.Meio bolotinha, uma ova! Uma balofinha, mesmo.E sem esse diminutivo mentiroso).
É interessante como essa lembrança dos fios de cabelos super puxados ficou na minha memória e aproveitei para deixar a dica, para que ela não "maltratasse" minha irmã também! Brincadeiras a parte, sabemos que essa prática é uma tentativa das mães de deixarem as meninas lindas! Apesar de não saber se a Maria Eduarda (minha irmã) vai lembrar desses momentos, sempre é bom deixar a dica né?
Mas vamos voltar ao foco: minha trajetória escolar! Eu comecei a frequentar uma instituição com 6 anos, no chamado "pré-escolar", aos 7 estava na primeira série. Mas foi aos 8 anos que tive que me mudar de uma escola de bairro, municipal e pequena, para uma escola no centro da cidade, que era estadual. Aqui, eu me apego novamente a obra que estava lendo, por compartilhar dos mesmos sentimentos:
Achei lindo aquele colégio enorrrrme, arborizado,com rampas,escadas,corrimões imponentes, piso brilhante. Senti uma estranha, mas muito bem-vinda vontade de fazer parte daquele universo. Subimos muito. Rampa e mais rampa, escada e mais escada. Lembro que tive a sensação de que ia estudar perto do céu. Enquanto eu, num misto de curiosa e admirada, queria olhar atentamente tudo à volta...
Desse primeiro dia eu tenho algumas lembranças! Fui encaminhada para uma sala, lá a professora parecia uma princesa, de tão suave que era sua voz (infelizmente não me lembro de seu nome). Ela fez a chamada e neste momento, tive que ser muito corajosa! Eu recém entrava na sala (era o segundo ou terceiro dia de aula da turma, pois nós tivemos dificuldades em conseguir matrícula) e precisava me pronunciar, pois meu nome não estava na lista de chamada! Logo, mais uma menina se manifestou! Nós duas fomos então encaminhada para a sala na frente! Ah, essa professora não parecia nada com uma princesa! Estava com uma cara de brava! Sua voz me amedrontava desde o primeiro momento (desta eu lembro o nome e os apelidos que a turma deu a ela hehehehehehehe). Naquela época eu morria de medo dela! Mas hoje eu tento usar minhas memórias e minha vida para tentar entender o que ela vivia!
Na terceira e quarta série a escola optou por fazer um rodízio de professoras. Similar ao que viveríamos a partir da quinta série, só que em menor proporção. Pelo que lembro, tínhamos professores diferentes para Português, Ciências, Estudos Sociais, onde tínhamos uma fascinante tarefa de montar um livro! Engraçado como não me recordo das demais disciplinas! O.o
Lembro muito da professora de português, talvez porque na época era a professora que eu mais gostava! Recordo-me muito como ela era carinhosa!
A minha professora vivia rindo, fazendo a gente rir, cantando, dando carinho para a gente...
Lembro inclusive de como sua letra era linda e de como caprichava para corrigir nossas atividades, usando sempre uma régua a cada escrita, em todas as ocasiões!
Durante essa fase dos anos iniciais, eu pouco me lembro de ter ido brincar na hora do recreio, não lembro de conversas com nenhum colega. Mas lembro-me do quanto pegavam no meu pé, pois eu usava aparelho ortodôntico e por vezes me escondia para lanchar, pois os meninos pegavam no meu pé, por causa da "perereca" que eu tirava da boca para poder comer!
Diante dos imensos corredores da escola, outra lembrança é que toda vez que a gente corria no corredor, alguém aparecia do nada, para chamar a atenção! Já nas aulas de artes (uma época chamada também de "educação artística") eu tinha a certeza de que sempre fui uma negação quando o assunto era desenhar. Nem boneco de palitinho eu fazia direito. Mas eu amava pedir para o meu pai desenhar para mim! Ele dizia que não sabia, eu insistia e recebia desenhos lindos! Isso eu me lembro muito bem!
Muitas vezes eu me senti a menina mais burra do mundo durante as aulas...
Quando o assunto é professor, tenho lá minha identificação com vários pensamentos compartilhados no livro "Fala sério, professor!". E foi essa vida que tive que me fez compreender que os professores são "Gente como a gente". Muito "marmanjo" não entende isso! Pior, ainda, muitos professores, quando assumem o papel de aluno, com a bunda na cadeira, acabam se esquecendo disso!
Mas apesar de tudo, eu fui sim uma criança! Vivi minha infância e juventude, tive inúmeros dias em que eu ficava revoltada, mas só descontava nas aulas de matemática, física e química! Talvez porque eram as disciplinas que mais me deixavam com uma sensação de frustração!
Eu lembro que sempre gostei de ouvir os professores e para isso eu criei uma tática. Sentava em alguma das primeiras mesas, no máximo na terceira! Ali os amigos conversadeiros não me atrapalhavam! Claro que tive minha época de fundão! Ah, que maravilha, ligava o botão de off e nem me importava com as baboseiras que tentavam me ensinar já no ensino médio!
Sabe do que eu gostava? Sinceramente? De boicotar os professores! Como? Era fácil! Eu fazia os deveres de casa, mas os meninos não faziam! Então eu chegava e perguntava quem havia feito. Os meninos sempre dispersos, na maioria das vezes esqueciam, ou deixavam de fazer uma ou outra questão. E aí vinha o boicote, emprestava o caderno, para quem não havia feito, que podia copiar antes da aula começar, ou mesmo no recreio, quando a aula era depois do lanche. Tínhamos uma professora, que quando deixávamos de responder uma questão, ela anotava no diário como tarefa incompleta, aí nossa turma se unia, fazíamos troca de questões e acabávamos com o tal de ponto negativo, já que a união se transformou em nosso ponto positivo!
Foi na escola que tive minhas guerras, nada de agressão física, tudo sempre no campo verbal! Mas em 99% dos casos os ânimos exaltados eram entre meninas! Os meninos sempre foram parceiros! Uma vez, minha mãe para me animar me disse que talvez, a raiva que algumas meninas tinham de mim, era devido ao fato de eu ser super amiga dos meninos. Desde aquela época eu já achava os homens menos complicados que as mulheres, mas também paguei o preço. Como adorava usar calça de moletom (e não as roupas justas), cheguei a ouvir comentários de que eu parecia mesmo um menino. Talvez o fato de deu adorar jogar futebol e sempre boicotar o vôlei ajudava também! O fato é que eu era péssima em esportes e tinha consciência disso!
[VOU CONTINUAR MINHAS LEMBRANÇAS EM OUTRO POST, EM OUTRO MOMENTO, PARA NÃO FICAR UM TEXTO CANSATIVO]
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Minha Biografia
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
2012 & 2013 - Rupturas e continuidades
Jamais poderei esquecer 2012! Agradeço profundamente a 2012, que partiu deixando ensinamentos infinitos do real significado das palavras "Viver" e "Amar". O ano que passou fez valer cada conquista e se tiveram alguns obstáculos foram transformados em aprendizados para que o próximo ano eu possa ser uma pessoa ainda melhor. Com a certeza de que 2012 terminou, também vem o agradecimento à Deus, por me dado várias coisas ao longo do ano: oportunidades, desafios, aflições, lições e muitos outros! Agradeço ao Papai do Céu por neste ano ter me aproximado ainda mais de meu pai e de minha mãe. Agradeço aos dois, que apesar de estarem sempre separados, distantes, conseguiram me contemplar com palavras de apoio e momentos de carinho. Assim, agradeço por tudo! Até mesmo pelas lágrimas, pois elas permitiram que todos os dias eu pudesse lembrar que eu tenho um aprendizado diferente pela frente!
Neste ano de 2012 muitas coisas aconteceram comigo: mudei minha rotina de trabalho (comecei a trabalhar o dia inteiro), conheci o significado e os desafios de trabalhar numa creche da prefeitura, formei a minha família que por sinal foi um presente maravilhoso e transformou esse ano em algo espetacular, fiz amigos novos e outros se distanciaram...
Com a chegada do fim de mais um ano, pude agradecer sobretudo por continuar viva! Aliás, por falar nisso, o mundo não acabou (como não acabou na virada de 1999 para 2000), não ganhei na mega da virada (eu não joguei, mas meu pai e o Leandro jogaram)! Mas superstições a parte, muitas pessoas afirmam que o ano passou muito rápido! Pois eu não posso afirmar a mesma coisa! Ao meu ver passou exatamente como deveria, pois vivi cada dia de uma vez, tentando aproveitar o que tinha de bom e tentando me superar a cada dia, pois foi um ano de muitos desafios e sobretudo de muita superação. De tudo tentei tirar uma lição, mesmo dos momentos que achei que eram difíceis, vi que não foram tanto assim, pois superei de cabeça erguida e consegui seguir em frente, por isso o motivo de agradecer por tudo!
Nesse ano também conheci pessoas, algumas das quais gostaria que estivessem ao meu lado para o resto da minha vida, pessoas maravilhosas! Com elas, pude ver como é bom ter amigos verdadeiros, esses eu contos nos dedos justamente por me fazerem muito feliz, pois não esperam nada em troca, além da minha amizade maluca!
Assim, 2012 deixou a sua marca, com momentos de choros de soluçar, mas também de boas risadas! Essa diversidade permite a percepção de que cada detalhe da vida NÃO TEM PREÇO! Nada é comparado ao prazer de viver! Mesmo que a vida não seja "um mar de rosas" para ninguém! Sei que fui posta a prova até aonde eu chegaria com tantos obstáculos e foi assim que 2012 se fez também como um ano de escolhas, um ano que me dediquei mais ao trabalho, o que me proporcionou um grande aprendizado e momentos alegres! Aliás, conheci muitas crianças especiais! Que motivaram cada um dos meus dias! Foram esses momentos e essas pessoas que me fizeram perceber que em 2012 eu cometi muitos erros, chorei por quem não merecia, mas também pude rir das "falsas amizades".
Mas me superei! Abracei pessoas que não me valorizaram, que me desprezaram, vi pessoas especiais se afastarem (por mais que eu jamais esperasse por isso). Neste ano que termina, aproveitei muitas das oportunidades que Deus me proporcionou. Muitas coisas mudaram, mas mesmo assim guardo em mim tudo que de bom que aconteceu! É assim que aprendemos a somar: mais serenidade, mais otimismo, mais reconhecimento das amizades sinceras, mais conhecimento sobre a vida. Tudo de mais, que este ano me trouxe espero poder compartilhar com outras pessoas que porventura virão a somar nos meus sorrisos neste ano que se inicia.
Mas vamos falar de 2013! Comecei o ano na praia da Gamboa com a família de coração (amigos), sem contagem regressiva e com poucos fogos, mas muita diversão, afinal não importa o lugar, o que importa é estar com quem realmente importa e com quem se importa com a gente! Cantei "Evidências" para o Leandro, o que me fez lembrar de minha infância! E já pela manhã, Leandro cantou para mim "Hoje, é um novo dia, de um novo tempo, que começou"! Olha a música nos espantando com sua diversidade! Mas quero ainda ir além, quero agradecer a Deus por tudo: por cada dia de vida, por cada pessoa que foi colocada na minha vida, por ter me dado saúde e por ter me dado a companhia diária do Leandro!
Espero que em 2013 eu consiga cumprir mais do que prometer, perdoar mais do que machucar e sorrir muito mais do que chorar. Que eu possa ser o motivo de alguém para sorrir e também valorizar de fato as pessoas que me amam e me querem bem. Só assim, em 2013 nos reencontraremos com esperanças, alegrias e a certeza de que poderemos deixar cada instante um mundo melhor. Amando ao próximo e sendo feliz, com menos egoísmo em 2013!
Para 2013 só preciso efetivamente de uma coisa, saúde, isso também significa viver sem sinusite, pois assim poderei seguir em frente e conquistar tudo que desejo, já que Deus reconhece também quando temos esforço! Meus sonhos e desejos para o próximo ano já estão traçadas e tenho a certeza que na sua grande maioria irei realizar! Muitas respostas decisivas espero receber já em janeiro! E que os ventos de janeiro, tragam-me coisas maravilhosas! Não só para mim, mas para nós! Um ano repleto de saúde, amor, harmonia, sucesso, dinheiro, trabalho, amizades e de muita alegria! Que 2013 seja repleto de realizações! 365 dias felizes a todos que fizeram o meu 2012 mais feliz!
Meu 2013 está chegando cheio de realizações, viagens marcadas, inúmeros planos e espero que cheio de boas notícias para todos nós! Que 2013 seja realmente o melhor ano de vossas vidas, perdendo apenas para 2014 e assim sucessivamente, que 2013 nos traga tudo o que há de bom! Mas não esqueçam que tudo isso sem dúvida, virá junto com muitos desafios. Por isso, que tenhamos muita força e garra para enfrentar qualquer parada!
Obrigado aos amigos de longe e de perto que participaram das minhas conquistas e sorriram com elas, que cada um se sinta tocado por este agradecimento sem que eu precise citar nomes! Essas são algumas das pessoas que eu trago no meu coração há muito tempo, ou há pouco tempo! Pessoas que passei um terço do meu dia de segunda à sexta-feira! Agradeço também ao Leandro, seu amor me envolve todos os dias há mais de seis anos e que seu sorriso me contagia a cada novo dia! Enfim, um homem maravilhoso que eu só posso agradecer por tudo que temos vivido como casal e família.
Aos meus pais pelo investimento em mim, pela minha educação, pela moradia, pelo cuidado e amor desprendido e até pela parceria nas tarefas domésticas! Aos amigos, que são poucos, mas existem e fazem uma diferença enorme! Agradeço por tudo o que Deus têm feito, já fez e ainda vai fazer!
Muito obrigada, é só o que eu posso pensar e falar neste dia!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Professor - Ser ou não ser? Eis a questão!
Eu sempre ouvi esta frase dos meus professores "Se você for professor, vai descobrir que a educação não é uma área fácil". Os professores têm a capacidade de fazer uma enorme diferença na vida de seus alunos, mas podem fazê-lo de uma forma boa ou de forma ruim. Eles podem incutir motivação, paixão e interesse ou simplesmente desmotivá-los. Todo mundo espera que seu professor seja exatamente o que seu filho precisa: uma pessoa divertida, com dons artísticos, que goste de ensinar, cantar e dançando. Para fazer dos dias escolares, dias de diversão e aprendizagem. Assim, espera-se que as crianças se levantem de manhã e possam ir para a escola felizes, de olhos brilhantes e animadas. Mas ocorre que muitas vezes é esquecido o fato da diversidade. As pessoas esquecem que o professor lida com as diferenças, entre as crianças, entre as famílias e até mesmo entre os demais profissionais que dividem espaço com este professor.
Esse ano, posso afirmar que tive ótimas aprendizagens com as famílias que possibilitaram parcerias. Nada de grandioso que tomasse muito o tempo desses familiares ou o meu tempo. Os pais (aqui incluo as tias e os avós também) que perguntaram para suas crianças o que elas gostaram de fazer e posteriormente me informavam de forma sutil, informal ou mesmo como quem passa um recado, possibilitaram que tais experiências envolvidas com o gosto das crianças pudessem ser valorizadas e ampliadas. Foi assim que valorizamos como professores as histórias infantis, as hipóteses sobre a natureza e a exploração de materiais diversificados (algodão, tecido, purpurina, lixa, palitos, etc...).
Tenho consciência que o nosso país passa por um momento em que tentam desencorajar os professores de trabalhar em escolas com alunos mais carentes, mas mesmo assim, assumi neste ano a missão de conseguir contemplar duas distintas realidades: do ensino público e do ensino privado. É evidente (pelo menos para mim) que ambos os casos existe por vezes um desgaste dos professores e esse pode estar associado a inúmeras causas. Os esforços causados pela responsabilização contempla as duas esferas (pública e privada) e aí a vantagem de preservar a qualidade. Aqui gostaria de citar também que as "melhores escolas" são instituições onde há colaboração, onde os professores trabalham em sala de aula indo além das fronteiras de seu grupo, pois primam por um objetivo comum, de educar todas as crianças ao seu potencial máximo. A escola será mais eficaz se os seus professores são informados sobre todos os alunos, pois assim poderá coordenar os esforços para atender às necessidades destes. Por isso, a necessidade de receber um suporte da direção/supervisão/coordenação para que seu projeto de trabalho possa ser efetivado.
Muitas pessoas que não são da área da educação valorizam os professores por saber que se trata de uma profissão sem grandes recompensas financeiras. Outros esperam que os professores sejam super-heróis, dominem todos os assuntos, sejam impecáveis (até na aparência diária e no uso das palavras) e assim a cada dia aumentam suas frustrações pois não conseguem reconhecer nos professores pessoas que têm uma vida social, que têm histórias de vidas diferentes e por isso posturas diferentes. O que fica desta ideia é que esta profissão necessita de incentivos! Os professores querem sim um aumento no seu salário (todo ser humano busca uma condição digna de vida) e muitos (como eu) acreditam que a perspectiva de maior remuneração também irá atrair professores mais eficazes para a profissão. Pois parte-se do pressuposto que os professores mais qualificados tendem a apresentar um compromisso com o ensino de qualidade para o sucesso dos sujeitos com quem estamos trabalhando diariamente.
Porque a educação é um processo complexo e acumulativo é impossível distinguir totalmente as influências de professores, bem como as condições da escola sobre a sua aprendizagem e muito menos as suas experiências fora da aprendizagem escolar, em casa, com os colegas, os livros, a televisão, a internet, a comunidade e etc. Neste sentido cabe afirmar com convicção que nenhum professor é o único responsável por toda a realização de um aluno. Cabe lembrar também que alguns alunos recebem ajuda dos pais/responsáveis em casa, outros pais vão apenas pressionar seus filhos para estudar e terminarem os deveres/lição de casa, outras crianças não receberão estímulo algum. Todas essas variáveis externas refletem diretamente dentro das instituições educativas. É assim que um professor que trabalha em uma escola com bons recursos e com apoios especializados pode parecer ser mais eficaz do que outro professor cujos alunos não recebem estes apoios. Cada uma dessas diferenças de recursos pode ter um impacto sobre a eficácia aparente de um professor, assim como repercutir diretamente ou indiretamente no desejo de aprender de cada criança.
Pra concluir, sem finalizar, queria enfatizar que essas dicotomias tem permeado meus pensamentos, mas sobretudo acredito que deveriam contemplar objeto de reflexão de muitos outros professores, pais, crianças, alunos, políticos, etc. O reconhecimento do professor como uma profissão que requer prática complexa e precisão envolvendo julgamentos e perfeição, passa a ser mais um elemento de debate. O que é necessário agora é oferecer aos professores a orientação e feedback, liderança de apoio e condições de trabalho para melhorar seu desempenho, sem distorcer a qualidade e a importância dos professores.
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Ser professora de Ed. Infantil 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
Caixinha de Garrafa Pet de Coca-Cola
Eu adoro fazer caixinhas de garrafas de Coca-Cola para guardar minhas "tranqueiras"!
(É como meu pai chama minhas coisas =D).
Na foto abaixo, por exemplo, tenho inúmeros temas de furadores separados, de modo a facilitar quando preciso buscar algum para colagem. Os da caixa rosa, são de garrafas de 600ml e os da caixa transparente de 1.5, 2.0 ou 2,5 litros.
Em outra caixa tenho alguns botões que também foram armazenados assim!
Por isso, hoje venho compartilhar como são feitas essas caixinhas!
Mas o vídeo é voltado para decoração, pois as caixinhas se transformam em maçãs!
Confira!
Essa maçã pode ser usada como decoração ou lembrancinha para festas com tema de Branca de Neve. Minha mãe já fez, mas pintou de laranja, para transformar em abóboras da história da Cinderela!
Ah, quase que eu ia esquecendo!
Esse ano, também fiz algumas para guardar giz de cera, clips, borrachas e apontadores, mas para essas deixei transparente mesmo!
Atualização:
Achei hoje (12/01/2014) um link que explica o passo a passo:
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