quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O desânimo dos dias de tempestade

Postado por Gabriela Amorim às 13:05

É consenso que o amor é um elemento fundamental para um casamento, nenhum casal consegue ficar junto e feliz se o amor não existir, mas há muitas outras coisas envolvidas no casamento. Isso significa afirmar que qualquer relacionamento só dá certo quando todos (os envolvidos) se preocupam com todos, uma forma de respeitar a união, a parceria, o convívio!

Nesses 6 anos e 4 meses de relacionamento, entre namoro, noivado e casamento, já deixei de fazer muitas coisas em respeito à pessoa que amo. Não se trata apenas de uma questão de preservar de um constrangimento ou ainda de querer que a pessoa se sinta bem. Vai além disso, é uma questão de colocar a nossa união, nosso amor, nosso relacionamento e nossa parceria sempre em primeiro lugar.

Vivo uma relação muito estável, não acredito que exista algo que possa comprometer ou corromper a nossa relação. Porém com as poucas picuinhas que tivemos foi possível perceber elas geralmente aparecem pelos mesmo motivos ou por causas muito semelhantes. Inclusive, reconheço minha parcela de culpa, pois como tenho personalidade forte, na hora da crise de raiva ou mesmo de inquietação, defendo fielmente minha concepção sobre o assunto. Não que eu não possa mudar, mas porque isso já faz parte de quem eu sou, do que acredito e portanto isso me faz como pessoa.

Outra questão que me atormenta é a compreensão de que viver a dois, não é pensar por dois, mas os dois pensar como um! Pensar como um em tudo! E isso significa aprender a ceder, a abrir mão de si, do que já se foi, para poder crescer junto, como um casal que se optou em ser. 

Não sou nenhuma especialista na habilidade de resolver problemas de convivência, mas aprendi muito com os exemplos sobre o que "não se deve fazer" ao invés de exemplos de "como fazer" para resolver esses problemas. Uma coisa ficou muito marcada em minha vida pessoal, por isso concebo que o diálogo é a porta principal para a resolução dos problemas de convivência. Talvez por isso, a prática de conversa tem sido minha tentativa de não acumular os problemas, de não empurrá-los para debaixo do tapete sem resolvê-los, que o amor fica sufocado, esmagado e sem forças. E além disso, o diálogo é uma ferramenta indispensável em todos os tipos de relacionamento, seja ele amoroso, profissional ou de amizade.

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